Professores ocupam Secretaria de Educação e exigem avanços em negociações com governo – Jornal A Gazeta

Professores ocupam Secretaria de Educação e exigem avanços em negociações com governo

Professores e servidores da Educação do Estado ocuparam nesta segunda-feira, 9, a Secretaria de Estado de Educação e Esportes (SEE). Segundo o Sindicato dos Professores no Acre (Sinteac), o objetivo é chamar atenção do Governo do Estado para avançar nas negociações com a categoria.

De acordo com a presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, a última rodada de negociação ocorre na semana passada e, até o momento, a equipe do governo não apresentou nenhuma contraproposta de reajuste salarial.

A categoria exige reajuste salarial de, pelo menos, 12,99%, além do vale alimentação. Outra reclamação é a incorporação do o prêmio de Valorização de Desempenho Profissional (CDP) tanto para provisórios como efetivos.

“Nós queremos fechar os pontos pendentes e avançar nas negociações. Os pisos são vergonhosos e humilhantes, abaixo do salário mínimo”, afirma Nascimento.

A sindicalista destaca que o secretário de Educação, professor Mauro Cruz, chegou a confirmar o pagamento do VDP dos professores provisórios, mas não deixou claro se o benefício seria estendido a todos os professores.

Saúde deflagra greve

Os sindicatos de Saúde decidiram deflagrar greve a partir desta terça-feira, 10, por tempo indeterminado. Em Rio Branco, os servidores devem se concentrar em frente à Secretaria de Saúde a partir das 8h30. Nos municípios, a concentração será em frente as unidades de saúde.

“Não é paralisação, é greve por tempo indeterminado”, afirmou o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac), Adailton Cruz.

Cruz afirma que a decisão será mantida até que o Governo do Estado atenda as reivindicações da categoria. Representantes do sindicato e do governo se reuniram na tarde desta segunda, 9.

“Todos os profissionais aderiram em todo o Estado. Vamos manter, pelo menos, 50% da categoria trabalhando nos setores essenciais de urgência e emergência para que esses setores não sejam prejudicados. Os demais setores terão adesão total”.

 

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