“Ser humano humilde que gostava de viver no anonimato”, fala amiga sobre Adherbal Maximiano – Jornal A Gazeta

“Ser humano humilde que gostava de viver no anonimato”, fala amiga sobre Adherbal Maximiano

O advogado Adherbal Maximiano Correa, 81 anos, morreu quinta-feira, dia 1º, em Belém/PA. Ele tinha mal de Alzheimer. Natural de Santarém/PA, Correa presidiu a Ordem dos Advogados do Brasil no Acre (OAB/AC) durante 30 anos, deixando o comando após a eleição de Florindo Poersch.
A advogada Elia Castelo Branco trabalhou ao lado de Correa por quase três décadas. Amiga e colega de trabalho, ela recorda momentos vividos ao lado de Maximiano. “O melhor ser humano que conheci na vida. Ele deixou muitas coisas pelo caminho, apesar de não ter tido o seu trabalho reconhecido, apenas criticado”.
Elia Castelo Branco enfatiza que a humildade do advogado era uma das suas principais qualidades tanto na vida profissional como na pessoal.
“Ele nunca quis ser autoridade. Sempre foi um ser humano humilde que gostava de viver no anonimato. Gostava de torcer pelo Independência/AC e pelo Fluminense/RJ, que era o time dele. Ainda me lembro do cachorro dele, o Coronel, um vira-lata. Ele viveu a vida e foi muito feliz!”.
O presidente da OAB, Marcos Vinicius Jardim Rodrigues, lamentou o falecimento do advogado e afirmou que ele conduziu a entidade com ‘boa-fé’. Ele acrescenta que, apesar das diferenças no âmbito institucional, nunca houve falta de respeito entre eles.
“Tenho visto muitas declarações sobre a sua boa personalidade. Tenho testemunhado inúmeras declarações no sentido de ser uma pessoa aprazível e disponível a auxiliar os próximos. Vai-se um homem que viveu em tempos difíceis e, com os naturais erros e acertos de todos nós, deixa seu legado. Que Deus conforte à família, amigos e colegas do ex-presidente Adherbal”, despediu-se Marcos Vinícius.

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