Fernando Melo se compromete a buscar recursos para cultura do Estado

Rio Branco vai ser a primeira cidade da Região Norte a ter um museu e escola de artes se depender do deputado federal Fernando Melo (PT).
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É que nesta quinta-feira 8 o parlamentar assinou compromisso de apoio de apresentar emenda individual ao Orçamento Geral da União (OGU) de 2011, na ordem de 300 mil reais, para a construção do Museu Artístico e Histórico de Integração Cultural e Escola Superior de Belas Artes do Acre.

Entusiasta do projeto, Melo, que é coordenador da bancada de parlamentares acreanos em Brasília, foi o primeiro a se comprometer formalmente com o idealizador do museu e da escola, o artista plástico Rivasplata de La Cruz, peruano que cresceu na Bolívia, mas que há 26 anos mora no  Acre.

Cada deputado e senador do Acre, conforme pacto com Rivasplata, deveria destinar recursos a que tem direito no OGU para o museu e escola com que o artista sonha há duas décadas. “Desde o governo de Edmundo Pinto venho lutando com esse projeto”, conta. “E agradeço a presteza do deputado Fernando”.

O Museu Artístico e Histórico de Integração Cultural funcionaria em um terreno doado pela União e Prefeitura de Rio Branco em frente à Arena da Floresta.

Já a Escola Superior de Belas Artes do Acre, no Colégio Meta. No primeiro, haveria exposição de pinturas, desenhos, esculturas e gravuras que retratam os costumes das comunidades rurais e indígenas do Acre, momentos da Revolução Acreana, ex-governadores do Estado, fundadores de municípios, bem como cópias das galerias de artes de instituições como Polícia Militar e Tribunal de Justiça. 

O primeiro processo seletivo para quem deseja entrar na escola está previsto para ocorrer em outubro. Segundo Rivasplata, a instituição será um “centro cultural” que vai unir professores da Bolívia, Peru e de toda a região amazônica brasileira.

Rivasplata começa no dia 2 de agosto uma exposição itinerante de pinturas a óleo- Memória e Imagens da Revolução Acreana-, na Câmara dos Deputados.

 Após isso, ele vai mostrar seus trabalhos para outras cidades que têm laços históricos e artísticos com o Estado e doar os seus valiosos 54 quadros ao Museu Artístico e Histórico de Integração Cultural, quando construído após liberação de emendas. Um quadro dele que descreve o líder Plácido de Castro, por exemplo, ficará permanentemente no Panteão da Pátria, em Brasília. (Assessoria)

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