Gladson orienta consumidores a recorrerem a Justiça contra apagões

Mesmo programado pela Eletrobras, o apagão de energia ocorrido no último domingo, 04, em todo Estado deixou novamente os acreanos revoltados com o caos do sistema elétrico local. 
Apago
Como se não bastasse, a população enfrentou ainda após o restabelecimento da energia, uma falha no sistema de internet e telefonia móvel a empresa Oi durante todo restante dia de domingo. 

Ainda protestando contra os abusos cometidos, o deputado federal Gladson Cameli (PP) disse nesta segunda-feira,05, que não desistirá de questionar e lutar pela melhoria do sistema de energia na Capital e interior do Estado e reforçou a orientação aos consumidores de que continuem denunciando os problemas aos órgãos judiciais competentes. 

“O jeito é a população continuar denunciando esses abusos ao Ministério Público, ao Procon, a imprensa e a todo e qualquer órgão judicial competente já que parece que as autoridades e a sociedade estão falando com as paredes quando o assunto é energia elétrica no Acre”, afirmou o parlamentar. 

Alegando uma manutenção preventiva executada na subestação do Abunã,  a Eletrobrás deixou Rio Branco e mais sete municípios sem energia elétrica, permitindo fornecimento apenas a hospitais públicos e particulares.

O questionamento do deputado diz respeito a falta de compromisso da Eletrobras em não apresentar um sistema que garanta aos acreanos permanecerem com o fornecimento de energia mesmo durante a manutenção das estações locais.

“Ou a Eletrobras muda esse sistema para que a população não sofra com a falta de energia durante esses serviços de manutenção ou a Eletroacre deve dispensar a cobrança das mais de quatro horas que as famílias e as empresas locais ficaram sem o fornecimento de energia elétrica”, afirmou Cameli.

Gladson lembrou que sua luta e de vário outros acreanos para resolver o impasse no sistema de energia elétrica já resultou em ações no Ministério Público, em denúncias na Aneel, na vinda da CPI da Energia Elétrica para o Acre, em protestos públicos, em audiências com o ministro das Minas e Energias, entre outras ações.

“Esta situação chegou ao limite do desrespeito e da falta de compromisso com a população, e por isso só nos resta continuar protestando e recorrer a justiça. Quem sabe assim, seremos ouvidos e respeitados como cidadãos e consumidores”, finalizou. (Assessoria)

 

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