Gazetinhas 04/05/2011

* “Friagem seca”, gostosa.

* Os bons velhinhos e crianças sofrem um pouco.

* Com a chegada de maio começou a temporada das greves.

* Começa hoje com a tropa da Polícia Militar e Bombeiros.

* Como por lei, estão impedidos de falar em “greve”, fariam uma marcha pelas ruas centrais da cidade.

* E, segundo consta, se concentrariam em frente à Casa Rosada, repetindo o que fizeram no Governo passado.

* Mas, segundo consta também, o Comando da PM já avisou que iria jogar duro se isso ocorrer.

* Vai ter.

* Ainda sobre esse movimento da PM, o que chama a atenção é o detalhe de que estariam reivindicando um aumento de 117% em seus soldos.

* Não é muito, não?

* Depois da PM, os professores também estão rufando os tambores anunciando paralisação para a semana que vem.

* Quem mais?

* Só tem uma coisa: nada contra reivindicar melhorias salariais – quem não as quer? – mas é preciso ver quem vai bancar?

* O Carioca já mandou avisar que o Governo não tem ‘gorduras’ para conceder reajustes este ano.

* No fundo, no fundo, é a “economia do contra-cheque” que ainda pesa bastante neste Estado.

* Hotéis de Brasília lotados de ruralistas e ambientalistas para acompanhar a votação do novo Código Florestal.

* O presidente da Federação da Agricultura do Acre, Assuero Veronez, também compareceu.

* A expectativa e a pressão de um lado e outro são grandes.

* A conferir no que vai dar.

* Aqui, na Aleac, mais um “fogo amigo”, ontem.

* O deputado Walter Prado pediu a demissão do secretário de Agricultura, Mauro Ribeiro.

* Segundo o deputado, em mais de oito anos que ocupa o cargo, Mauro “não plantou um pé de milho” e deixou as casas de farinha falir por falta de macaxeira.

* Vai ter troco.

* No julgamento anteontem de Hildebrando Pascoal, não deu para entender quem manda de fato ou de direito na Defensoria Pública – se Dion Nóbrega ou Waldir Perazzo.

* A polícia precisa ir fundo nas investigações para elucidar o assassinato desse homem que apareceu jogado num matagal da Estrada da Floresta, com as mãos atadas e o corpo perfurado de balas e facadas.

* Crime típico de quadrilha, de esquadrão.

* Impressionante como ‘aquele time’ só pega galinha morta na Copa do Brasil.

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