Aníbal Diniz pede celeridade na construção da ponte do Rio Madeira

O senador Aníbal Diniz (PT/AC) cobrou atenção do Governo Federal para os transtornos e problemas enfrentados pela população do Acre na travessia do Rio Madeira, quando há diminuição no volume da água. A cobrança foi feita na noite de terça (23), no plenário do Senado. Aníbal Diniz reivindicou que o Ministério dos Transportes acelere a licitação para a construção de uma ponte no local.
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“A travessia do Rio Madeira, que é feita por balsa, fica extremamente difícil e causa um transtorno muito grande para quem trabalha nos transportes entre Porto Velho e Rio Branco”, disse o senador. Na tribuna, o senador afirmou que é importante que o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, acelere o quanto puder o processo de licitação para a ponte sobre o Rio Madeira.

“A travessia por balsa é extremamente sacrificante. Para nós, que vivemos naquela região, as pontes são essenciais, como foi essencial a construção da ponte sobre o Rio Juruá, lá no extremo oeste do Acre, que conseguiu tirar aquele povo do isolamento. Assim como a BR-364, é uma obra importante para o Estado”, acrescentou o senador.

Economia – Em seu pronunciamento, Aníbal Diniz fez ainda a defesa da real agenda de trabalho do país. Ele afirmou que o Brasil, apesar de ter muitos problemas, não está à deriva num “mar de corruptos”.

“A tese de que o Brasil está diante de um mar de corrupção é uma vesga. Não é correta. A grande agenda nacional é a da produção, é a agenda dos programas de governo que estão sendo conduzidos pela presidente Dilma, é a agenda de um Brasil que está dando certo. A oposição tenta fazer com que a agenda fique resumida a esses casos de um ou outro mau gestor, que tem, sim, de ser punido e afastado, como está fazendo a presidente”, afirmou Aníbal Diniz.

O senador destacou o mérito do projeto iniciado pelo ex-presidente Lula, que retirou milhões de brasileiros da condição de pobreza absoluta e os colocou como participantes da economia nacional, em condições de ter acesso a bens de consumo essenciais.

Segundo ele, a grande diferença do modelo econômico brasileiro em relação ao modelo aplicado em outros países emergentes é a preocupação com a distribuição de renda. “Outros países acham a fórmula para fazer crescer o PIB, mas não encontraram a fórmula para fazer justiça social e distribuição de renda. E o Brasil conseguiu fazer com que os pobres tenham maior participação na economia nacional”, concluiu. (Assessoria)

 

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