Senado discute aprovação de banda larga

A banda larga na região Norte foi debatida na comissão de ciência e tecnologia do senado. Os principais temas foram a infra estrutura, qualidade e os valores cobrados pelo serviço. Os altos preços e a falta de acessibilidade da região à internet banda larga levaram a comissão de ciência e tecnologia do senado a discutir o tema. Para o senador Alfredo Nascimento (PR AM), só pela banda larga será possível ao povo da floresta acompanhar o desenvolvimento do Brasil e do mundo.

“Só através da internet é que conseguimos mostrar que o Brasil tem deficiências e necessidade na região Amazônica. Através de audiência publica, é que conseguiremos possibilitar uma melhoria de vida das pessoas na região” disse Alfredo.

Dois editais do programa nacional de banda larga foram lançados pelo governo. Um para atender as escolas urbanas e o outro para as escolas rurais. Segundo a agência nacional de telecomunicações, a Anatel, até 2015 todos os estudantes do norte terão acesso à banda larga.

De acordo com o superintendente de serviços privados da agencia nacional de telecomunicações (Anatel), Bruno Ramos, todas as escolas publicas e rurais, terão acesso a banda larga.

“As escolas urbanas já tem um plano que a três anos, chamada de Banda Larga nas Escolas. Com essa ampliação, todas as escolas publicas e urbanas, passarão a ter acesso a internet gratuita” disse Ramos.

O programa vai investir 66 milhões de reais em 66 cidades da região, com preços mais baratos. Hoje a média é de 60 reais por megabytes.

O que a gente chama de internet popular ou banda larga, custa R$35 o megabyte. A nossa intenção é incluir escola e universidades publicas” afirmou Caio Bonilha, presidente da Telebrás.

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