Usina de Arte inicia projeto de formação que resultará no espetáculo “Da Castanha à Arte”

A Usina de Arte inicia o  3º Laboratório  de Práticas Artísticas, que terá como resultado o espetáculo “Da Castanha à Arte”. O projeto inaugura com uma oficina de dramaturgia do Grupo XIX de Teatro (São Paulo), nesta quinta-feira, 19, a partir das 19 horas.

Direcionado aos alunos dos cursos de teatro, música, artes visuais, cinema e vídeo ingressos no ano 2010, o laboratório terá duração de 24 semanas e o resultado final será um produto cultural cênico, plástico, visual e sonoro.

“Com foco na integração das artes, na performance e na prática de montagem, o projeto será uma obra coletiva e contará também com a participação de professores e alunos da Ufac e da UnB. É sobre a história deste espaço onde atualmente funciona a Usina de Artes, desde a criação para o beneficiamento de castanha até os dias de hoje” explica Carol Di Deus, coordenadora da Usina”.

A segunda turma de alunos das diversas linguagens artísticas estará envolvida na montagem do espetáculo “Da Castanha à Arte”, como conclusão de seus cursos.
O espetáculo fará temporada de apresentações abertas e gratuitas oferecendo a toda população lazer e cultura.

O intercâmbio com o Grupo XIX de Teatro faz parte do trabalho de formação dos alunos, que tem como proposta a troca de experiências com grupos e artistas locais e de outros Estados. O projeto é uma realização da Fundação de Cultura e Comunicação Elias Mansour, por meio da Usina de Arte João Donato, e conta com a colaboração da Universidade Federal do Acre, a Universidade de Brasília, a Federação de Teatro do Acre, a Escola Acreana de Música e a Escola de Música e Orquestra Filarmônica Musicalizar.

Sobre o Grupo XIX de Teatro
Nascido no Centro de Artes Cênicas da Universidade de São Paulo (USP), a partir de pesquisa acadêmicas, o Grupo XIX de Teatro tem um trabalho contínuo de nove anos, com uma temática voltada para a história brasileira. Seus espetáculos narram dramas sociais e políticos, apresentados em edifícios antigos, invariavelmente abandonados, aproveitando a arquitetura como cenografia e a luz natural como iluminação.

A gênese do grupo segue a tendência dos chamados processos colaborativos na cena contemporânea brasileira da virada do milênio. Tem conseguido criar uma relação com o público da cidade de São Paulo que vai além de suas próprias peças e transborda o meio teatral, realizando também atividades de núcleos de pesquisa em teatro e fazendo parceria com as áreas do cinema, artes plásticas, dança, fotografia, arquitetura e história. (Agência Acre)

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