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Dia Mundial Contra Raiva é lembrado em Rio Branco com adoções de cães

raiva canina - OL 9O Dia Mundial Contra a Raiva, comemorado neste sábado, 28, terá ações promovidas pela Central de Controle de Zoonoses de Rio Branco (CCZ). Um posto fixo ficará das 10h às 16h em frente à escola João Aguiar, no bairro Manoel Julião. No local haverá atividades educativas para crianças, um bazar, oficina, pinturas, além de uma minifeira de adoções da Sociedade Amor a Quatro Patas.

De acordo com a coordenadora do CCZ, Micheline Dantas, a vacina é muito importante. Por isso, ela convida a população em geral para levar seu animal para se imunizar. “Além deste sábado, a vacina antirrábica canina e felina também estará disponível de segunda a sexta, das 7h às 17h30, e aos sábados, das 8 às 12h, no departamento do Controle de Zoonoses”, confirma.

Segundo Micheline, a população de cães e gatos no Acre é de 55 mil animais, e 80% deles devem ser vacinados. A coordenadora confirma que 36 mil animais já foram vacinados no Estado.
“Nosso objetivo é envolver as crianças na ação. Simultaneamente, acontece um arrastão de vacina no bairro Areal”, diz Micheline.

A campanha começou no último dia 2. A raiva é uma doença que não tem cura e pode ser transmitida pela saliva de animais contaminados, através da mordedura, arranhadura ou lambedura. A melhor e mais eficaz forma de controlar a doença é vacinando o animal de estimação, pois, conforme lembra Micheline, o tratamento da raiva é preventivo.

Os principais sintomas no animal contaminado são: agressividade excessiva, salivação abundante, dificuldade de locomoção e paralisia nas patas traseiras. Em caso de agressão, é preciso lavar o ferimento com água e sabão e procurar uma unidade de Saúde para atendimento preventivo. Não mate o animal que o infectou, procure o Departamento de Controle de Zoonoses para informações e orientações.

O animal deverá ser observado por 10 dias, longe do contato de outros animais e pes-soas. Alimente o animal agressor normalmente, observe o seu comportamento e informe ao serviço de zoonoses como está o seu animal. Se o animal adoecer, morrer, desaparecer ou mudar de comportamento, retorne imediatamente ao serviço de saúde.

Sociedade Amor a Quatro Patas realiza minifeira – De acordo com a vice-presidente da Sociedade Amor a Quatro Patas, Luciana Souza, dependendo da estrutura do local, a entidade levará mais animais para serem adotados, mas, a priori, serão apenas 20 disponíveis.

“Os interessados devem ter mais de 18 anos. Vão passar por uma entrevista com o intuito de fazer uma triagem. A entrevista é para ver se a pessoa está qualificada para adotar. Depois disso, será feito um contrato. Para o contrato, é preciso RG e CPF”, explica a vice-presidente.

A Sociedade Amor a Quatro Patas existe desde dezembro de 2011 e possui 200 pessoas envolvidas, entre voluntários e sócios. A prioridade do trabalho é o resgate de animais em risco, que vivem em rua.