Astério Moreira cobra a atenção da bancada federal na recuperação da BR 364 no trecho alagado pelo Madeira

O líder do governo na Casa, deputado Astério Moreira (PEN) alertou a bancada federal do Acre para que cobre providências urgentes quanto à reconstrução do trecho da BR-364 afetados pelas águas do Rio Madeira, em Rondônia.

Ele também comentou sobre a necessidade da recuperação do atracadouro das balsas que fazem a travessia de veículos sentido Rio Branco/Porto Velho. Segundo o deputado, o mesmo se encontra em péssimas condições, entretanto, os governos do Acre e Rondônia não podem intervir, pois se trata de uma concessão pública sendo que a empresa responsável que explora os serviços de transportes é quem deve fazer os devidos reparos.
“Temos um problema na travessia do Rio Madeira. O problema é do lado de lá. Lá é uma concessão. O serviço está privatizado. Quem deve recuperar é a empresa que explora esse serviço de balsa”, destacou Moreira.
O deputado Eduardo Farias (PC do B) disse que é necessário o apoio de todos. Ele acrescentou que as dificuldades no pós-enchente são maiores que mesmo durante a cheia, pois nesse período muitos esquecem que é necessária a recuperação e até mesmo a própria mídia não repercute mais o fato.

“Ficam muitos problemas. Os parceiros já não são os mesmos. A mídia já não dá aquele enfoque de antes. Então, essa estrada precisa ser reformada rapidamente”, ressaltou o deputado comunista.

Retomando seu discurso, Astério Moreira (PEN) comentou sobre a questão haitiana. Disse que isso é um problema superado pelo governo do Acre. Ele ressaltou que esse debate é “ponto resolvido”.

Durante a última semana, o governo do Acre foi acusado de enviar imigrantes haitianos para São Paulo sem aviso prévio. O governo paulista acusou o governo acreano de ‘oportunista e irresponsável’. Em resposta, as autoridades acreanas afirmaram que não se poderia evitar que os imigrantes alcançassem o seu objetivo final, que é o Centro- Sul do país e rebateu acusando as autoridades paulistas de ‘preconceituosas’.

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