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Policial civil morre de câncer no pâncreas em Rio Branco

Benício de Araújo era policial civil e investigador
Benício de Araújo estava internado há 17 dias

O policial civil e investigador Deusimar Benício de Araújo, de 53 anos, faleceu na manhã desta quarta-feira, 15, de câncer no pâncreas, segundo informações de familiares. O profissional da segurança já havia passado 17 dias internado no Hospital das Clínicas, em Rio Branco, onde havia sido diagnosticado com um quadro de gastrite leve, ainda de acordo com o que foi repassado por parentes.

Araújo era conhecido por seu tratamento e seus conhecidos casos de investigação. Segundo um de seus familiares, que optou por não ter o nome identificado, o policial já vinha sofrendo de dores estomacais há muito tempo. “Todos na família sofrem do mesmo problema de saúde. Após a internação, haviam dado este diagnóstico, mas nós sabíamos que não era isto. Receitaram tramal [ou tramadol, um analgésico opióide de administração oral, retal ou injetável utilizado para dores consideradas fortes] de oito em oito horas. Isto não era normal”, avalia.



Ainda segundo o familiar, às duas horas da madrugada de quarta-feira, 15, Benício passou mal e seguiu para o Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), e logo foi levado para longe da família. “Nessa hora, ninguém nos disse o que ele [Benício] tinha. Mas, às 9 horas da manhã, quando ele [Benício] já havia morrido, o enfermeiro-chefe nos informou que todos já sabiam que era câncer no pâncreas. Nós só soubemos hoje”, lamenta.

O velório ocorre na casa da mãe do policial, localizada na Rua Benedito Maia, nº 345, Bairro Procon, em frente ao Restaurante Remanso do Tucunaré. O enterro é realizado às 16h30, no cemitério São João Batista.

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