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Polícia elucida crime bárbaro em 24 horas

Em uma ação conjunta das polícias Civil e Militar, o Estado deu uma resposta rápida  para uma das maiores  barbaridades  já  registrada na delegacia da cidade do Bujari. Na quinta-feira, 20, foi apresentado José Oliveira das Neves, de 43 anos, indiciado por homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. 24 horas após a denúncia feita à polícia, os investigadores elucidaram o crime.

Na última terça-feira, 18, a família do agricultor Heróclito Castelo Branco, de 57 anos, foi até a Delegacia de Polícia Civil do Bujari para registrar o seu desaparecimento. Desde então, os policiais iniciaram uma eficiente investigação para identificar o que ocorreu com o agricultor.



De acordo com familiares, há cerca de oito meses, a vítima convidou José Oliveira, a esposa do mesmo e a filha do casal para morarem em sua propriedade. O agricultor, Heroclito Castelo Branco, 57, que residia em uma propriedade no Ramal Espinhara, foi esfaqueado, depois queimado e cortado em vários pedaços por José Oliveira, que morava de favor na mesma casa que a vítima.

“A polícia ao investigar o desaparecimento do agricultor, foi até a residência do mesmo onde interrogou José Oliveira, que por sua vez alegou que não sabia do paradeiro do mesmo, porém no decorrer das investigações José Oliveira confessou o crime e levou os policiais até uma das covas onde estavam os restos mortais da vítima”, declarou o delegado João Augustos Fernandes.

O investigado pelos crimes assume a barbárie e diz ter agido dessa forma, porque, Heroclito Castelo teria feito gestos obscenos à sua filha de nove anos e apalpado a sua esposa. “Realmente fiz isso, ele passava a mão nas partes íntimas de minha mulher e dizia que iria ter relações sexuais com minha filha”, disse sem esboçar qualquer sentimento de piedade.

Para a irmã da vítima, Maria Luiza Castelo, isso é uma farsa inventada por José Oliveira e sua esposa, pois seu irmão era uma pessoa bem vista na vizinhança e jamais faria essas coisas. “Meu irmão é deficiente físico, e necessita de uma pessoa para trabalhar, na verdade por ele morar sozinho acho que essas pessoas queriam matá-lo e tomar a terra dele”, comentou. (Marcelo Torres / Sesp)

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