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Gazetinhas 07/10/2015

* Troca de tiros com a polícia;

* Assaltantes agonizando em plena luz do dia, numa das principais avenidas da cidade;



* Ônibus e carros incendiados a mando de facções criminosas de dentro do presídio.

* E a população da Capital está estarrecida.

* Nas rodas de conversa, nos grupos de zapzap, o clima era de pavor, durante o dia de ontem, após a sequência de acontecimentos, que começou com a morte de dois bandidos, na tarde da última segunda-feira.

* A cúpula da Secretaria de Segurança convocou entrevista coletiva para falar sobre os fatos e tentar explicar o imponderável…

* Agiu com transparência e firmeza ao reconhecer a gravidade da situação.

* Mas, eis que, poucos minutos depois, novos ataques a quatro ônibus (!) foram registrados em bairros estratégicos da cidade.

* Ao todo, dez veículos, em menos de 24 horas.

* E a sensação de medo e insegurança, que já era dominante com a onda de assaltos a residências e comércios, foi vencendo todas as resistências e esperanças da sociedade.

* Governador e prefeito anunciaram um pacote de medidas emergenciais para conter a represália do crime organizado.

* Urgente e imprescindível.

* Porém, a verdade é que planos estratégicos, boa vontade e boa gestão não serão suficientes para garantir resultados expressivos, se não existir também um baita investimento financeiro nas ações de combate ao crime.

* O que se ouve dos próprios policiais é que a pasta de Segurança Pública está falida.

* Falta dinheiro para equipamentos, novas contratações e até mesmo para gasolina das viaturas.

* Não por má gestão do bom secretário Emylson Farias, que fique bem claro.

* O secretário, aliás, segundo os próprios servidores, tem feito milagres com a pouca estrutura que a pasta oferece.

* O problema é que, ao contrário de outras secretarias importantes, que são contempladas com consideráveis repasses do Governo Federal, a Segurança depende quase que exclusivamente do orçamento estadual…

* Que, sabemos bem: foi altamente atingido pela crise econômica que assola o país.

* A crise… Sempre ela.

* E a culpa é de quem?

* Ah, deixa pra lá.

* Oremos!

* Enquanto isso, na política local, deputado Éber Machado continua fazendo barulho, após assumir a direção do PSDC e deixar a base do governo na Assembleia.

* Em discurso na sessão de ontem, falava sobre o Orçamento 2016 do Estado…

* E abarcou essa:

* “Que caia o governo se o trabalhador não for ouvido!”.

* “Éber, o ressentido”, é o que já dizem as boas línguas.

* Mais um pra conta do governador Tião Viana.

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