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Senador Jorge Viana auxilia no combate às ações criminosas no Acre

 O senador Jorge Viana foi um dos articuladores, em Brasília, junto aos Ministérios da Defesa e o da Justiça, para o envio das aeronaves da Força Nacional que fizeram o transporte de detentos da penitenciária Francisco de Oliveira Conde para outras penitenciárias federais do país. Os presos estariam diretamente envolvidos nos crimes de violência registrados no Acre nos últimos dias, segundo investigações dos órgãos de segurança estadual e nacional.

“Pelo menos três grupos estão saindo do Acre. São líderes de facções. Estão sendo tirados os cabeças dessas operações criminosas. E é assim que se enfrenta o crime organizado, com firmeza, mostrando a força das instituições e defendendo os interesses do cidadão”, declarou Jorge Viana em discurso na tribuna do Senado nesta quinta-feira, 8.



O parlamentar agradeceu aos ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Aldo Rebelo (Defesa), com quem manteve contato direto nesses últimos dias e criticou políticos da oposição que, segundo ele, querem se aproveitar do momento de dificuldade para fazer palanque político.

“Eu lamento os comentários de algumas pessoas que têm mandatos, que militam na política, tentando tirar proveito nessa hora. A população não quer saber de onde está vindo o apoio, ela apenas quer ter paz e segurança para que o ir e vir seja garantido na nossa Rio Branco e no nosso Estado”, declarou.

O Vice-Presidente do Senado também manteve contato com o governador Tião Viana, o prefeito Marcus Alexandre e autoridades da área de segurança para se informar e ajudar no combate às ações criminosas. “Sei da determinação do governador, da sua coragem e da sua capacidade. Ele está adotando as medidas que são as únicas cabíveis nessa hora, firmes, e que fazem o enfrentamento contra aqueles que querem amedrontar a população e implantar o terror”.

Para Jorge Viana, o Brasil precisa avançar no combate à criminalidade. Entre as medidas que ele defende, está a atualização do Código Penal. O projeto aguarda análise da Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ). Dados coletados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública,  divulgados nesta quinta-feira, mostram que 58.559 pessoas morreram vítimas de homicídios dolosos, lesões corporais seguidas de morte, latrocínios e ações policiais em 2014. Isso equivale a uma morte a cada nove minutos, em média, no país. Os dados, apresentados pelo senador, constam do 9º Anuário Brasileiro de Segurança Pública e revelam um aumento de quase 5% no número de mortes em relação a 2013.

“O Brasil está contaminado por essas organizações, elas estão em toda parte. Talvez desengavetando nosso projeto do Código Penal, que está lá na CCJ, atualizando-o, melhorando a legislação de combate ao banditismo seja a contribuição do Parlamento. Mas, certamente enfrentar a violência vai exigir a participação de todos: dos religiosos aos policiais, das autoridades ao cidadão comum”, defendeu o parlamentar.

 

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