Pachamama põe o Acre no foco da cultura latino-americana

O Festival Internacional Pachamama – Cinema de Fronteira 2017 é sucesso absoluto de público e participação, evento que afirmou o Acre no circuito cultural latino-americano. O festival começou sábado passado, 18 de novembro, e termina neste sábado, 25, no Cine Teatro Recreio e em diversos espaços de Rio Branco. O destaque deste ano é a consolidação do projeto Cinema nos Bairros no âmbito do Festival Pachamama. “Já realizamos três sessões e nesta quarta-feira, 22, a programação acontece no bairro São Francisco”, informou Sérgio de Carvalho, presidente da Fundação de Cultura Garibaldi Brasil (FGB).
O projeto Cinema nos Bairros é uma iniciativa da gestão do prefeito Marcus Alexandre. Foi idealizado pela FGB para levar entretenimento aos moradores de todas as regionais da capital. O projeto cumpre o Plano de Governo e o compromisso firmado com as comunidades.
A realização do Cinema nos Bairros é marcada pela dinâmica. Para transformar os espaços ao ar livre em salas de cinema, é preparada uma estrutura com telão com projeção e som digitais, cerca de 200 cadeiras acomoda as famílias de expectadores. Os coordenadores das regionais fazem uma pré-mobilização e, no dia da exibição, a equipe da FGB chega cedo às localidades e faz novo chamamento. Muita gente participa.
Esta é a oitava edição do Festival Internacional Pachamama, cuja realização é possibilitada pela parceria entre o Governo do Acre e a Prefeitura de Rio Branco. A programação completa e outras informações sobre os filmes e eventos podem ser acessadas na página oficial www.cinemadefronteira.com.br.
Este ano, a programação traz 68 filmes. Serão 13 mostras temáticas divididas em Competitivas de Longa e Curta Metragem, Competitiva Comunitária Stefan Kaspar, a Tri-Fronteira, a Mirada Latina, a Amazônia, a Índio, a Identidades, Pacha Caboquinho, a Miração, Cinema nos Bairros, Retrospectiva Rodrigo Aragão e Sessão Especial.
O Festival Pachamama nasceu em 2010 e tem como objetivo promover a integração cultural e artística entre os países de fronteira.

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