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Beth Passos
Beth Passos é comunicadora, produtora, assessora de imprensa e empresária. Email: [email protected]

O povo inteiro

Uma Associação de Médicos independentes da Polônia, suspeitam que experimentos ilegais podem estar sendo feitos em crianças órfãs na Finlândia, Espanha, Estados Unidos e Polônia. A Pfizer entrou com um pedido de uso emergencial para inocular crianças de 5 a 11 anos, as coincidências por trás do pedido são reveladoras e alarmantes mesmo num estado pandêmico no qual o mundo atravessa.

Para quem não sabe pandemia em grego significa “o povo inteiro” É uma palavra que representa e envolve TODO O POVO, então vamos analisar se realmente estamos vivendo uma Pandemia. Pelos números oficiais da Organização Mundial da saúde até o dia, 03 de outubro de 2021, tínhamos: -> 233.503.524 casos confirmados no mundo -> 4.777.503 mortos. Através destes números chegamos à conclusão que 2% dos casos confirmados no mundo, vieram a óbito.

Se considerarmos 4.777.503 de mortes em uma população mundial de 7 bilhões de pessoas, estamos falando de uma “Pandemia” que matou até agora 0,006% da população. Ou seja, 98% das pessoas sobreviveram a esta “Pandemia” sem mesmo ficarem doentes. Nenhuma Pandemia durou 2 anos intensos, cerceando nossas liberdades individuais e condenando toda a população mundial. Essa mentira institucional só está servindo para impor o soro milagroso, para um vírus que tem 0,006% de letalidade. Enquanto isso, 1 pessoa morre a cada 6 SEGUNDOS no mundo pelo cigarro. Enquanto você está lendo este texto morreram pelo menos, 15 pessoas. Incrível não é mesmo? Mas a pandemia do fumo, ninguém quer decretar. Vivemos uma psicose em massa perigosa, estamos circundados de falsas narrativas e falsos líderes, que continuam a alimentar a tirania e escravizar o seu povo pela falsa promessa que tudo o que eles fazem, é para o nosso bem. O pior disso tudo, é ver que muitos estão aceitando a ser alimentados, cuidados e tratados como animais no zoológico. Como dizia Albert Camus: “ O bem-estar da humanidade é sempre um álibi dos tiranos.

Fazendo uma analogia com a situação mundial, como dizem os médicos, a diferença entre o remédio e o veneno está na dose. Na época da eleição, era o remédio que tínhamos para combater o mal que havia. Mas a dose foi exagerada, e cheia de efeitos colaterais. Paciente na UTI. Rezemos pelo mundo.

Beth Passos

Jornalista