Com as regras do FGTS em constante debate, muitos trabalhadores chegam a 2026 ainda em dúvida sobre qual modalidade escolher: saque-aniversário ou saque-rescisão. Embora a retirada anual pareça atraente à primeira vista, abrir mão dela pode representar mais tranquilidade financeira no futuro. Em momentos decisivos — como uma demissão inesperada ou uma crise pessoal — ter acesso ao valor total do fundo pode fazer toda a diferença.
A seguir, veja três razões pelas quais continuar no saque-rescisão pode ser a escolha mais segura para muitos brasileiros.
1. Dinheiro completo em caso de demissão
Quem opta pelo saque-aniversário perde o direito de sacar o saldo total do FGTS se for demitido sem justa causa. Já no saque-rescisão, o trabalhador pode retirar todo o valor acumulado, o que ajuda a atravessar o período até conseguir um novo emprego ou reorganizar as finanças.
2. Mais proteção em situações de aperto
A liberação anual do saque-aniversário corresponde apenas a uma parte do saldo, o que pode ser insuficiente em uma emergência. No saque-rescisão, o acesso integral ao fundo garante um colchão financeiro mais robusto, útil para pagar dívidas, manter despesas básicas ou até investir em novos planos profissionais.
3. Menos descontos e mais previsibilidade
No saque-rescisão, o trabalhador sabe exatamente quanto vai receber, sem reduções inesperadas. Já no saque-aniversário, além de retirar apenas uma porcentagem do saldo, o valor pode ser impactado por custos e tributos, dificultando o planejamento financeiro a longo prazo.
No fim das contas, manter o saque-rescisão significa priorizar segurança e flexibilidade. Para quem prefere estar preparado para imprevistos e ter controle total sobre o próprio dinheiro, essa modalidade segue sendo uma escolha estratégica em 2026.
Com informações do FDR






