Não há mágica

A rigor, nada muda com a passagem de um ano para outro. Contudo, é salutar e necessário ao homem, individualmente, e às sociedades alimentar utopias e esperanças em dias melhores. Sempre foi assim ao longo da história.

Celebrar, portanto, mais um ano que se vai e outro que chega faz parte desse desejo individual e coletivo, lembrando, porém, que nada acontece por acaso, por um passe de mágica ou pela simples virada de uma folha do calendário.

No fundo, o que vale é a ação e o empenho de cada um em construir uma sociedade melhor, a partir de valores como a solidariedade, a justiça social, a preservação dos recursos naturais, entre outros.

Para 2010 que está chegando, as expectativas são de um ano bastante movimentado no país e, por inclusão, neste Estado, com a realização de eleições gerais. A despeito dos escândalos que se sucedem nos parlamentos e no executivo, participar da política, escolher e eleger candidatos comprometidos com as mudanças necessárias para o país é uma obrigação de todos.

Sobre este aspecto, também não há mágica. O país será melhor ou pior dependendo do voto consciente de cada cidadão.
 

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