Deputado quer solução rápida para os Correios no Acre

O deputado Gladson Cameli (PP) expressou publicamente, ontem em Rio Branco, seu apoio e solidariedade aos trabalhadores dos Correios do Acre, que estão solicitando na Justiça melhores condições de trabalho. O deputado se colocou à disposição para o encaminhamento das reivindicações e apontou a falta de pessoal pela sobrecarga de trabalho e eventual atraso nas  correspondências. “É preciso realizar concurso público o mais rapidamente possível   para suprir as necessidades locais de mão-de-obra especiali-zada e acabar com a  sobrecarga”, disse o deputado.

O deputado pediu esta semana, em Brasília, audiência com o presidente dos Correios, Carlos Custódio. No encontro, o parlamentar acreano vai  solicitar à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) uma solução rápida para a contratação de uma nova empresa aérea para o transporte da correspondência e encomendas.O problema é que a firma vencedora da licitação estava praticando preço acima de mercado e o contrato foi rompido.

 Segundo o deputado, até a chegada de uma nova empresa, o  transporte aéreo foi substituído pelo terrestre, o que gera invariavelmente atraso no serviço postal. Foi este atraso que levou o Ministério Público Federal (MPF) a enviar recomendação à direção nacional da ECT para que regularize os serviços o mais breve possível.

O MPF deu ainda prazo de cinco dias para que a ECT informe aos acreanos as razões da demora nas entregas e indicar a previsão para regularização dos serviços. De acordo com o deputado, o objetivo agora é compatibilizar o índice de atraso dos Correios do Acre à média nacional, o que vai, pelo menos em parte, normalizar o trabalho de entrega de documentos importantes. Para Glad-son, a preocupação maior é com a entrega de contas com boletos, o que implica em pagamento de juros quando entregues com atraso. Por fim, o parlamentar quer aproveitar a audiência com o presidente da ECT para  reforçar o pedido de instalação de uma agência dos Correios, dotada de banco postal, na vila de Santa Luzia, no município de Cruzeiro do Sul. “Até porque é uma das maiores reivindicações da comunidade local”, resumiu.

 

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