Prefeitura amplia número de hortas comunitárias

O coordenador Municipal do Trabalho e Economia Solidária, Paulo Sérgio Braña Muniz, recebeu ontem, 12, na sala de reuniões da prefeitura, os técnicos do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Rafael Ventorim Rodrigues de Olivieira e Allyne Henriques de Oliveira. Braña fez a apresentação do plano de “Apoio à agricultura urbana e periurbana e sistemas coletivos de produção para o autoconsumo, para o município de Rio Branco”. O objetivo da reunião é alocar recursos para o desenvolvimento de mais quatro hortas comunitárias, nos bairros Ilson Ribeiro, Pedro Roseno, Valdemar Maciel e Montanhês.

A prefeitura de Rio Branco trabalha desde 2005 com atividades que têm transformado a vida de dezenas de famílias na periferia da Capital. Trata-se do “Projeto de ocupação produtiva em vazios urbanos” que já implantou, nos últimos cinco anos, hortas comunitárias nos bairros Montanhês, Boa Vista, Areal e Rui Lino, gerando renda e inclusão social aos moradores beneficiados.

O projeto atende famílias formadas por pessoas desempregadas que sobreviviam apenas com recursos do Bolsa Família. O diferencial destas hortas comunitárias, além da geração de renda e inclusão social, é o fato de que todos os produtos ali produzidos são orgânicos, ou seja, não têm qualquer tipo de aditivo químico, reduzindo os riscos de danos à saúde daqueles que compram os produtos.

“As hortas comunitárias são um importante espaço de segurança alimentar e de promoção do empreendedorismo. As famílias, dessa forma, têm garantida a inclusão social e a geração de renda”, explicou o coordenador Paulo Sérgio Braña.

No bairro Boa Vista, por exemplo, a horta comunitária funciona em um terreno cedido pelo Saerb, com o apoio da Semsur, Emurb e Secretaria de Agricultura e Floresta (Safra). Lá, nove famílias trabalham diariamente na produção de cebolinha, pimenta, coentro, alface, rúcula, cenoura, batata, tomate, chicória, abóbora, quiabo, macaxeira, maxixe, entre outros produtos, que são vendidos na própria comunidade e para pequenas empresas da capital.

“Atualmente a renda média dessas famílias chega a atingir cerca de R$ 1000,00 ao mês com a venda das verduras e hortaliças”, destacou Braña. O projeto conta com parcerias de instituições como a Embrapa, cujo objetivo é aprimorar os trabalhos desenvolvidos pelas famílias com a adoção de novas tecnologias. (Ascom PMRB)

 

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