Porto Walter recebe comitiva de Bocalom, Petecão e João Correia

A reunião promovida no auditório da Câmara Municipal de Porto Walter na noite de terça-feira confirmou o enorme carinho e demonstração de apoio que a oposição vem  recebendo em todo o Estado.

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Os discursos para um grande número de lideranças rurais e urbanas de Porto Walter, começaram pelo ex-prefeito Wanderlei Sales – PMDB, que denunciou o abandono e a “situação de penúria” em que vive o município. Sales lembrou os seguidos afastamentos do prefeito do PT, Neuzari Pinheiro, em razão das irregularidades cometidas só prejudicam o município. “Na verdade o que mais o PT faz é prejudicar o nosso município”, desabafou. O ex-prefeito pediu à população um voto de confiança à Tião Bocalom, “que pode ajudar nossos colonos e seringueiros a voltar a produzir”, disse.

Já o candidato a deputado federal pelo PPS, Maurício Diniz, criticou as arbitrariedades cometidas pelo Governo, “a todos os que ousam discordar de suas ações”, ele pretende usar a experiência de militante da Pastoral trabalhando ao lado de Tião Bocalom pelas famílias desassistidas que precisam da ajuda do Estado.

Em meio à reunião, o líder indígena dos Araras, Albani, pediu aos candidatos da oposição que ajudem a  defender os direitos dos índios, “que hoje enfrentam vários tipos de problemas como falta de atendimento a saúde, educação de qualidade e apoio a sua produção”.

Candidata a reeleição, a deputada estadual Idalina Onofre – PPS, lembrou que o Governo jogou no lixo dez toneladas de medicamentos, alguns ainda em pleno prazo de validade, “enquanto a maioria da  população do interior sofre com a falta de remédios”.

Candidato a deputado estadual pelo PSDB, o major PM Rocha enfatizou a importância do momento político, “Temos uma grande oportunidade, com um excelente nome, para mudar o grupo político que há doze anos governa a custa de perseguição e arrogância”. Apesar de já ter sido punido com prisão, por causa, das denúncias que fez em relação às dificuldades enfrentadas pela Polícia Militar, Rocha voltou a apontar as péssimas condições de trabalho da Polícia Militar, “que até hoje não conta com munição, fardamento e viaturas suficientes para um trabalho digno”. 

Por seu lado, o candidato a Senado, João Correia – PMDB disse que a população tem a grande oportunidade de mudar e optar por um projeto político que defenda a liberdade e a produção. Conhecido por sua combatividade, Correia criticou o atrelamento oficial dos sindicatos, “que hoje foram domesticados pelo Governo e não representam mais os interesses dos filiados”. Ele conclamou a população a não ter medo da mudança nem das intimidações, ameaças e processos de quem quer calar a oposição a qualquer custo.

Também candidato a Senado, Petecão – PMN, disse que o povo é o grande responsável pelo resultado das urnas e vai saber optar por quem se preocupa em “criar postos de trabalho para tirar o Acre do desemprego, da estagnação e das perseguições políticas”.
Em seu discurso do dia, o candidato da oposição a Governo, Tião Bocalom – PSDB disse que nestas eleições a oposição está unida e forte, como o povo pediu, “com oito partidos decididos a fazer a diferença e mudar os destinos do Acre”.

Ele criticou a cobrança antecipada do ICMS, que prejudica diretamente o comerciante e, por tabela, a população. Tião Bocalom  garantiu ainda  que seu Go-verno vai, “cuidar da gente acreana como nenhum outro cuidou”. Bocalom falou da intenção de criar nos municípios casas de hospedagem para abrigar as pessoas do meio rural, “que hoje ficam a mercê da boa vontade alheia ou mesmo esquecidos na rua quando precisam fazer tratamento médico”.  E terminou por garantir que vai incrementar o Bolsa Família com o incremento de um programa de apoio que chamou de “Panela Cheia”, a fim de dar aos mais carentes uma melhor alimentação. (Assessoria)

 

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