Bocalom visita Capixaba e defende o investimento na produção local

O candidato a Governo pela Coligação Liberdade e Produzir para Empregar,Tião Bocalom, começou sua visita a Capixaba, na tarde de terça-feira (3), por um corpo a corpo no comércio local. Acompanhado pelos tucanos   Donald Fernandes, deputado estadual candidato a reeleição, a vereadora Mirlene, candidata a estadual e  a vice- prefeita do Quinari, Solange Pascoal (PMN), candidata a federal, Bocalom entrou em várias casas comerciais, conversou com os empresários locais e ouviu as queixas e expectativas  de uma  população que, em sua maioria, mostrou disposição em  apostar na mudança de Governo e na forma de administrar.
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A principal reivindicação ficou mesmo por conta da geração de emprego, uma necessidade que assola todos os municípios acreanos. Bocalom falou que só mesmo um esforço  político conjunto  para tirar o Acre do engessamento econômico e da falta de perspectiva para um verdadeiro avanço social. “Vamos ter que acionar todos os setores produtivos para a reativação de uma economia que hoje dá mostras de exaustão”, disse o candidato.

À noite, na reunião com lideranças locais e população no centro de convenções da paróquia central, Bocalom retomou sua pregação na retomada do desenvolvimento através de um investimento maciço na produção local para garantir o consumo interno. O candidato lembrou que hoje a maioria do arroz e feijão consumido no Estado vem do Sul e Sudeste do país, enquanto o meio rural  acreano passa por uma de suas piores crises, “apesar do Acre possuir uma das melhores terras para plantar em todo o Brasil”. E prometeu que em seu governo vai empregar uma agricultura mecanizada que deve resgatar a produção local, baixando custos e dimi-nuindo preços, deixando os principais produtos agrícolas acessíveis à população de baixa renda. “Vamos voltar a colocar produtos produzidos aqui mesmo na panela do acreano. O que falta é estímulo e apoio do Governo. Hoje tudo vem de fora, deixando o Estado numa situação de extrema dependência”.

Bocalom alertou que a falta de produção no meio rural acreano tem levado a situações absurdas. E lembrou que no Jordão o quilo do arroz custa R$ 4,00 enquanto que o feijão chega a R$ 8,00. Tudo trazido de São Paulo, a milhares de quilômetros dali. “É a prova da falência da política rural do Estado, que deveria estar produzindo no mínimo para garantir o consumo interno dos municí-pios”. Bocalom insistiu que não existe cidade rica sem um meio rural próspero, “já que o campo garante emprego, renda e uma mesa farta e diversificada em termos de produtos agrícolas”. E repetiu que esta mudança em termos de produção e renda deverá ser feita em meio a muita liberdade e transparência. “Dai porque decidimos criar a Controladoria Geral do Estado, para dar visibilidade e credibilidade a todas as ações de Estado. Tudo isto sem arbitrariedades e perseguições que hoje parece ter se transformado na marca registrada do atual grupo de poder”. (Assessoria)      

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