Angelim e Marcio Batista inspecionam reconstrução da Escola Padre Peregrino

O prefeito Raimundo Angelim e o secretário de Educação de Rio Branco, Marcio Batista, inspecionaram nesta quarta-feira, 3, as obras de reconstrução da Escola Municipal de Ensino Fundamental Padre Peregrino, localizada na avenida Sudeste, no Conjunto Tucumã. Fundada em 1992, a unidade passou por reformas localizadas e atualmente está sendo transformada  com nova setorização dos ambientes e ampliação da estrutura física a partir da criação de mais três salas de aula, sendo uma de multimeios e laboratório de informática.  A secretária de Obras, Claudia Cunha, técnicos e gestores públicos acompanharam a visita.
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Outras ações estão sendo realizadas: demolição dos antigos sanitários que darão lugar a novos, inclusive com boxes para portadores de necessidades especiais; ampliação da despensa e do depóstio de material de limpeza; reformulação  da área administrativa  com novo dimensionamento dos ambientes da diretoria, secretaria e coordenação pedagógica; troca de piso com instalação do novo piso monolítico pigmentado em toda a área de circulação;  troca total da cobertura e do forro; novas instalações hidrossanitárias;  novas instalações elétricas; nova pintura com padronização de cores e revestimentos;  novo muro: padrão PMRB para escolas municipais; urbanização da área interna da escola com calçadas, jardins e bancos; parque infantil destinado à recreação e convivência.  Ali estudam crianças moradoras de vários bairros, como Jardim Primavera, Paz, e outros além do Tucumã, no 1º a 5º ano do ensino fundamental.

“A gente olha para nossas escolas e vê que elas tem muita qualidade. As escolas públicas são melhores que as particulares”, disse o prefeito ao avaliar o avanço dos trabalhos. Ele pediu que estudantes, professores e comunidade ajudem na preservação daquele patrimônio, o qual será inaugurado no começo do próximo ano.

O Ideb é a “nota” do ensino básico no país. Numa escala que vai de 0 a 10, o Ministério da Educação (MEC) fixou a média 6, como objetivo para o país a ser alcançado até 2021.  O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar (ou seja, com informações enviadas pelas escolas e redes), e médias de desempenho nas avaliações do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Saeb (para os Estados e o Distrito Federal) e a Prova Brasil (para os municípios).  Assim, pode-se dizer que o Ideb da Escola Padre Peregrino está entre os melhores: 5,4 pontos na escala que até 6. “Cremos que uma boa estrutura física contribui para melhoria na qualidade do ensino”, sintetizou Marcio Batista.

Ação em equipe, inclusão e parcerias: grandes resultados
A Secretaria Municipal de Educação (Seme) implementou medidas para que as mais de 500 crianças atendidas pela escola não sofressem prejuízo no ano letivo, e há estudante portador de necessidades especiais  que é atendido em casa.  “O trabalho de equipe vem trazendo resultados importantes na qualidade do ensino de nossa escola”, destacou a professora Vilma Soares de Brito, diretora da Padre Peregrino.

Diferentes políticas levaram Rio Branco a ser uma capital de escolas belas e práticas. O Pacto pela Educação assinado entre a prefeitura de Rio Branco e Governo do Estado, por exemplo, contribuiu grandemente para a estruturação de uma rede educacional na Capital.

Além disso, o  programa denominado Matrícula Cidadã, resultado dessa  parceria e que acabou com as filas de matrícula na porta das escolas, chegou a ser  premiado pelo Ministério da Educação. Há também o regime de colaboração, que está previsto na Lei de Diretrizes Básicas (LDB), cuja implementação em Rio Branco, ao contrário do que ocorre em vários Estados brasileiros, está consolidada e ampliada juridicamente.

Eles adoram estudar
Eles gostam demais da escola onde há anos freqüentam o ensino fundamental. Igor e João Pedro tem ambos dez anos e estudam o quinto ano (antiga 4ª série) na Padre Peregrino. A dupla fez questão de acompanhar o prefeito e o secretário na visita às obras.  “Vai mesmo!”, essa foi a resposta de Igor diante da pergunta se a escola agora vai ficar melhor.

João Pedro, por sua vez, gosta de contar que sua mãe é coordenadora da escola e que ele anda por ali desde pequenino. (Ascom PMRB)

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