Órgãos ambientais debatem a proibição das queimadas

O presidente do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), Fernando Lima e o secretário de Estado de Meio Ambiente, Carlos Edegard de Deus estiveram quinta-feira, 18, na Assembléia Legislativa, para debater sobre a Ação Civil impetrada pelos Ministérios Públicos Federal e Estadual contra o Governo do Estado, a qual determina fogo zero no Estado do Acre a partir de 2012.

O Governo do Estado, através de seus representantes, falou das políticas públicas que estão sendo implementadas como forma alternativa contra desmatamentos e queimadas nos setores da agricultura familiar, como o programa de piscicultura, os roçados sustentáveis, o Programa de Florestas Plantadas, o Programa de Certificação da Propriedade, o Programa de Regularização do Passivo Ambiental Florestal, entre outros.

“Mas é necessário mais tempo para que o Estado leve essas políticas ao alcance de todos os produtores da agricultura fami-liar do Estado, que são cerca de 27 mil”, frisou o secretário de Meio Ambiente Edegard de Deus. “O Governo tem o objetivo de eliminar totalmente as queimadas no acre, mas o custo disso é muito alto, gira em torno de 4 bilhões de reais, segundo os técnicos especializados das secretarias de governo, ligados a produção”, destacou Fernando Lima, presidente do Imac.

O prazo necessário para implementação das políticas públicas para todos os produtores da agricultura familiar como forma alternativa contra as queimadas no Estado, segundo estudos dos técnicos do Governo são de pelo menos 10 anos, com um custo aproximado de 4 bilhões de reais.  Nesses 10 anos, o Estado fortaleceria as alternativas ao uso do fogo, como a mecanização e o uso de leguminosas como a mucuna no preparo da terra para o plantio. (Agência Aleac)

Assuntos desta notícia


Join the Conversation