Fronteiras do Acre estão abertas ao tráfico e furtos

Há pouco mais de 30 dias, as cidades de Brasiléia e Epitaciolândia, localizadas no extremo norte do Brasil nas fronteiras com a Bolívia e Peru, estão a mercê do tráfico e passagem livre de veículos roubados no lado brasileiro.
Os moradores estão se perguntando, o porquê da falta de fiscalização que, mesmo precária, era feita pela Polícia Militar, ajudava a coibir os furtos de veículos e objetos que são trocados por entorpecentes que na maioria, são comercializados no lado brasileiro.

Mesmo com a fiscalização que ainda é feita pelos poucos patrulheiros rodoviários federais no decorrer das BR’s 317 e 364, bastante utilizadas pelos bandidos que as usam para traficar e contrabandear.
Na ponte Wilson Pinheiro localizada na cidade de Brasiléia, que antes recebia policiamento durante o dia, se pode passar a qualquer hora. Em Epitaciolândia, o posto de fiscalização existente em frente ao prédio da Receita Federal, os funcionários tem a segurança apenas de vigias.

Durante o feriado da Semana Santa, as cidades de Brasiléia e Epitaciolândia espera receber um grande número de turistas que irão realizar compras no lado boliviano. Acredita-se boa parte dessas compras passem para o lado brasileiro sem que sejam declaradas.

Protestos – No final do mês de março passado, funcionários da PRF, PF e Receita Federal, realizaram uma espécie de protesto em todo o Brasil, principalmente nas fronteiras, no intuito de pressionar o Governo Federal a liberar uma espécie de pacote anunciado.

Também tentam alertar a sociedade para os graves problemas que os servidores enfrentam atualmente nas áreas fronteiriças. Enquanto isso, a sociedade que paga vários impostos estão a mercê do tráfico e contrabando. (OAltoAcre)

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