Ney Amorim cobra mais respeito da oposição ao governador Tião Viana

O primeiro-secretário da Mesa Diretora Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Ney Amorim (PT), lamentou na sessão de ontem a forma como parlamentares da oposição vem ser referindo ao governador Tião Viana. Ele fez um duro discurso, cobrando mais respeito e responsabilidade.

O alvo era o deputado Gilberto Diniz (PTdoB), que antes tinha comparado o governador Tião Viana a um “traficante do interior”. Para Ney Amorim, o parlamentar agiu de forma grosseira.

“Comparar o governador Estado a um traficante é uma verdadeira falta de respeito. A oposição sempre foi respeitada e valorizada nesta Casa, não é justo que agora venham agir dessa forma”, afirmou.

Em seu discurso, Ney Amorim lamentou a forma como Gilberto Diniz se dirigiu ao governador Tião Viana e disse que o princípio de todo relacionamento, mesmo com as diferenças políticas deve ser baseado no respeito.

“Tião Viana além de ser governador é médico também. Ele sempre trabalhou muito pelo bem do nosso povo. Sempre reprovei a calúnia e a difamação, que hoje foram usadas pelo deputado Gilberto Diniz para denegrir a imagem de Tião Viana. Somos parlamentares, representantes do povo e não podemos agir dessa forma, numa verdadeira demonstração de despreparo”, disse.

Para Ney Amorim, as críticas e questionamentos da oposição sempre foram ouvidas e respeitadas. O que segundo ele, não pode, são agressões que ferem a honra do governador.  “Antes de ser governador, Tião Viana é um pai de família. Peço que o deputado Gilberto Diniz venha a esta tribuna e peça desculpas a ele e a sua família que acaba sendo ofendida também”, cobrou.

Amorim contestou ainda as declarações dos deputados federais Romário Faria e Acelino Popó. Para ele, os parlamentares agiram de forma maldosa, com o único objetivo de ferir a honra de Tião Viana, quando criticaram o governador.

“Tudo o que o governador e sua equipe fizeram para minimizar o sofrimento das famílias que ficaram desabrigadas merece nosso reconhecimento. Basta conversar com as pessoas que perceberemos que foram bem tratadas. Não podemos aceitar que venham aqui fazer críticas, sem nem conhecerem nossa realidade”, desabafou.

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