Sérgio Petecão e Antônia Lúcia compõem a aliança liderada por Márcio Bittar e Gladson

 O senador Sérgio Petecão (PSD/AC) e a deputada federal Antônia Lúcia Câmara (PSC/AC) manifestaram apoio ao bloco liderado por Márcio Bittar (PSDB/AC) e Gladson Cameli (PP/AC) em solenidade ontem, 10, no auditório da Aleac. A aliança “Por um Acre Melhor” é composta agora de 11 partidos.

 Também na oportunidade ficou definida a data para anunciar o nome do candidato ao Governo e ao Senado pela coligação. Na disputa pela vaga de Senado deve se confirmar o nome do deputado federal, Gladson Cameli (PP/AC), enquanto que para o governo do Estado ainda é uma incógnita, ou seja, não há nada definido. Três nomes estão pleiteando à vaga. São eles: Sérgio Petecão, Márcio Bittar e o prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales (PMDB).

 O deputado federal Flaviano Melo (PMDB/AC) disse estar muito feliz com a decisão do senador Sérgio Petecão e ressaltou que continuará empregando suas forças para que a oposição saia apenas com um candidato ao Governo.
“Isso é um sonho que eu tenho, de ver a unidade na oposição e eu vou correr atrás desse sonho. O povo tem dito nas ruas: “se unam que vocês ganham essas eleições”. O Petecão entendeu que vamos enfrentar uma luta difícil”, ressaltou Flaviano Melo.

 Já o deputado federal Gladson Cameli (PP/AC) voltou a insistir no discurso de que a meta não é só ganhar o Governo do Estado, mas sim governar bem e para todos os acrianos. Segundo ele, é necessário um plano de governo bem definido e que possa ser executado em 4 anos. “Vamos apresentar um plano de governo que represente a todos, esse é o nosso maior desafio”.

 O pré-candidato ao Governo, deputado federal, Márcio Bittar (PSDB/AC) destacou que essa eleição é o ‘tira-teima’. Ele acrescentou que não se pode empatar neste pleito, mas a ideia é vencer no primeiro turno. “Essa eleição não é para ser empatada, é para vencermos”, destacou o tucano.

 Finalizando os discursos, o senador Sérgio Petecão fez um pronunciamento duro. Disse que a partir desse momento àqueles que devem respeito a ele, tem que contribuir para o crescimento do grupo. Para o senador, as divergências devem ser esquecidas. E pontuou que seu adversário político é o PT.

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