Angelim sobe à tribuna e volta a cobrar celeridade na ajuda ao Acre

Utilizando o tempo da liderança do PT, o deputado federal Raimundo Angelim subiu à tribuna da Câmara Federal, durante a sessão plenária desta segunda-feira, 2, e voltou a cobrar do Governo Federal celeridade na liberação dos recursos anunciados em socorro ao Acre devido à trágica cheia do Rio Acre que, ao ultrapassar patamares históricos, tem assolado milhares de pessoas e provocado calamidade nas cidades atingidas.

“Agradecemos à presidenta Dilma por ter, de imediato, enviado o ministro Gilberto Occhi ao nosso estado, mas isso não basta. Aguardamos ansiosos pela liberação dos recursos que possam amenizar a situação de calamidade em que se encontram os municípios afetados. Fui prefeito de Rio Branco durante oito anos, vivenciei situações como esta e sei o que sentem as pessoas, em especial os gestores que sempre anseiam e precisam de respostas e ações urgentes e mais efetivas”, enfatizou.

Na oportunidade, Angelim relatou a visita do ministro Occhi às áreas afetadas pela cheia, realizada na última sexta-feira, 27, com outros representantes do Governo Federal, em ação conjunta com o governador Tião Viana, parlamentares das bancadas federal, estadual e prefeitos.

Ainda em seu relato, o deputado chamou a atenção para o município de Brasileia que ficou quase todo, cerca de 90%, submerso. “A cidade tem que ser totalmente reconstruída. Órgãos públicos, em especial, escolas, hospital, unidades de saúde foram atingidos e o sistema de comunicação suspenso”, destacou.

Angelim também chamou atenção para o município de Tarauacá que teve de novembro de 2014 até o mês de fevereiro deste ano nove cheias, representando 30 dias de alagamento.

Para Angelim faz – necessário ainda que seja ampliado o programa “Minha Casa, Minha Vida” e tantos outros que possam impulsionar ações de segurança habitacional na Amazônia. “Vivenciamos um contraste entre as regiões do Brasil, o que requer olhares e cuidados diferenciados para cada estado da federação. Urge desta forma, uma política de transferência de recursos em casos de calamidades e acidentes naturais, para que as vítimas e seus familiares tenham maior segurança e resolutividade por parte dos poderes”, justificou. (Assessoria Parlamentar)

Assuntos desta notícia