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nesta terça

Sinteac realiza manifestação para pedir reformulação do PCCR, entre outros

Os profisissionais pedirão à prefeitura reposição salarial com correção inflacionária, correção do piso para salário mínimo dos funcionários e mais

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre (Sinteac) realizará na manhã desta terça-feira, 20, uma mobilização em frente a Prefeitura Municipal de Rio Branco para chamar a atenção para uma série de pautas.

Segundo a direção do Sinteac, os profisissionais pedirão à prefeitura reposição salarial com correção inflacionária, correção do piso para salário mínimo dos funcionários, elevação do percentual da insalubridade das merendeiras, notebooks e acesso à internet aos regentes, comissão para reformulação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração com reestruturação das tabelas e reformulação da Lei de Gestão Democrática com gratificacoes para gestores e equipe com inclusão dos funcionários de escolas na lei.

Embora o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom tenha se reunido nesta manhã, 19, com a presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, oportunidade em que as demandas foram apresentadas, o Sinteac deve manter a paralização de três dias e irá se mobilizar a partir das 8h em frente a Prefeitura Municipal de Rio Branco.

Durante reunião com o prefeito, Rosana afirmou: “O encontro de hoje é para fechar a pauta do que a gente vinha negociando, porque a gente vai ter a paralisação revista para terça-feira, quarta-feira e quinta-feira, porém, amarrando os pontos que estavam previstos, amanhã (terça-feira, 20) a gente apresenta para a nossa categoria para ser avaliado”, explicou Rosana.

E acrescentou: “Considero, está atendendo uns pontos que a gente reivindicou e outros vão para avaliação, porque têm que ser avaliados economica e juridicamente, mas acredito que amanhã estará tudo certo, tudo positivo para a nossa categoria.

O secretário municipal de Finanças, Cid Ferreira, falou sobre a reunião. “O sindicato apresenta uma pauta com várias reivindicações, dentre elas a reposição salarial. Analisamos que é possível e o próprio prefeito entende que, se é para repor, tem que ser para todos os servidores. Dessa forma, submeteremos à apreciação da Procuradoria Geral do Município, para que nos oriente e, assim, podermos atender as reivindicações dos sindicatos”.

O prefeito Tião Bocalom defendeu o diálogo como o melhor caminho para o entendimento entre as partes. “O que a gente precisa entender é que devemos sempre estar juntos, dialogando. Evidentemente que eles (servidores) têm as demandas deles e nós temos as possibilidades ou não de atender. Sempre que for a base do diálogo, podem ter certeza de as coisas irão acontecer de forma mais correta, com tranquilidade”, enfatizou o prefeito.