Pular para o conteúdo
Abuso de poder econômico

“Não comprei voto e vou recorrer até a última instância”, diz Célio Gadelha, após ser cassado pela Justiça Eleitoral

Eleito com 1.293 votos, para um segundo mandato, Célio Gadelha afirmou que vai continuar trabalhando até a decisão final

Após ter o mandato cassado, em primeira instância, pelo juiz Gilberto Matos de Araújo, da Justiça Eleitoral da 1ª Zona, o vereador Célio Gadelha (MDB) declarou que não comprou voto e que vai recorrer até a última instância.

“Eu tenho a consciência de que não cometi nenhum abuso de poder econômico, nenhuma compra de voto, e isso nós vamos provar, se Deus quiser. Meu advogado já entrou com recurso, nós vamos continuar no mandato e o meu processo vai para o Supremo Tribunal, e lá é outro debate que nós vamos ter, mas tenho fé em Deus que vamos reverter essa situação.”, disse

Eleito com 1.293 votos, para um segundo mandato, Célio Gadelha afirmou que vai continuar trabalhando até a decisão final. “Vou continuar trabalhando, como sempre fiz, com muita transparência e honestidade, e quero dizer para a população de Rio Branco que eu estou tranquilo, respeito a decisão do juiz, mas vamos recorrer até as últimas instâncias.”, salientou.

Pela decisão do juiz, é procedente a ação movida pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), que pedia a cassação do mandato do vereador por abuso de poder econômico. Gadelha foi acusado de ter se beneficiado da prática de abuso de poder econômico e corrupção eleitoral, nas eleições de 2020. Na decisão, o magistrado também declarou a nulidade dos votos de Célio Gadelha, devendo ser feito o recálculo do quociente eleitoral e determinou a inelegibilidade do parlamentar por oito anos.