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CASO HENRY

Livro aponta que Jairinho abandonou liberação do corpo para arrumar cena do crime

O livro “Caso Henry – morte anunciada”, escrito pela jornalista Paolla Serra, apontou que o ex-vereador Jairinho abandonou a liberação do corpo da criança para arrumar a cena do crime. As informações são do iG.

Baseado nos inquéritos policiais e processuais julgados pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o livro revelou que quatro horas depois da morte de Henry Borel, de 4 anos, Jairinho e Monique, mãe da criança, estavam no Hospital Barra D’Or esperando a liberação do corpo. Porém, minutos antes, o ex-vereador abandonou Monique e retornou ao condomínio Majestic para arrumar o apartamento.

A residência do casal fica a cerca de seis minutos de carro do hospital. Quando o primeiro perito criminal chegou ao apartamento notou que o ambiente estava meticulosamente organizado.

O caso

Henry Borel, de 4 anos, morreu, no dia 8 de março deste ano, devido a uma hemorragia no fígado provocada por ação violenta. O padrasto, Jairo Souza Santos Júnior, é apontado como o autor da agressão.

Ele responde por homicídio e tortura. A mãe, Monique Medeiros, é acusada por tortura e omissão, pois tinha conhecimento de agressões anteriores que o filho sofria.