Gladson defende “Ficha Limpa” como depuração da política

ficha_limpa_1

Em viagem pelo interior do Estado, onde vem se  encontrando  com as bases para fortalecimento do partido e articulação com os aliados,o deputado Gladson Cameli(PP)elogiou a aprovação do projeto” Ficha Lima” pelo Senado Federal. A proposta segue agora para sanção presidencial , mas ainda levanta uma série de polêmicas.A grande dúvida é se os políticos condenados por tribunal colegiado estarão impedidos de concorrer já nas próximas eleições de outubro.Para o deputado,no entanto,o importante é que “o Congresso Nacional deu uma resposta positiva a um clamor da grande maioria da sociedade brasileira”.

Para o deputado, o projeto “ Ficha Limpa’,de iniciativa basicamente popular por reunião de assinaturas exigidas por lei, vai ser um verdadeiro divisor de águas na prática  política brasileira.”A exigência de falta de condenação judicial colegiada vai fazer com que a classe política em geral tenha uma conduta mais cautelosa e condizente com  a função  que ocupa”.Para Gladson, os questionamentos judiciais contra o Ficha Limpa deverão ser dirimidos o mais rápido possível pelo  Tribunal Superior  Eleitoral(TSE) ou mesmo o Supremo tribunal Federal(STF),”até por causa da proximidade das eleições,  quando eleitor e candidato deverão  estar conscientes da regras do jogo”.

O deputado lembrou, no entanto, que pelo texto aprovado pelo Senado Federal os políticos só ficarão inelegíveis se forem condenados depois da promulgação da lei. O  TSE, aliás, já recebeu 2 questionamentos : se a legislação valerá para esta eleição(a grande dúvida) e se pode inviabilizar a candidatura de alguém que foi condenado antes da promulgação da lei. Independente da interpretação que os tribunais terão acerca da  aplicação imediata ou não da nova lei, Gladson acredita que a simples aprovação de uma proposta  inovadora  e sobretudo moralizadora já sinaliza uma nova era política.”É a chance de uma mudança radical no modus operandi de grande parte da vida política brasileira” (Assessoria)

Assuntos desta notícia


Join the Conversation