Empregos e empregos

Mais do que as obras em si, o que vale ainda a ressaltar nesse pacote de investimentos anunciado pelo Governo do Estado é seu efeito multiplicador na geração de empregos durante e depois de sua execução.

Pode-se até discutir se a cidade precisa de mais uma ou duas pontes ou passarelas. Supõe-se que a equipe que elaborou os projetos tenha chegado à conclusão que são necessárias. O que importa no conjunto desses investimentos é suprir uma das necessidades mais prementes deste Estado, que continua sendo a geração de empregos.

A rigor, não adianta o Estado aparelhar-se, por exemplo, com um moderno e eficiente sistema de segurança pública, se paralelamente não houver essa política de oferecer oportunidades de trabalho aos mais diversos setores da sociedade, sobretudo aos mais pobres e à própria juventude que está ingressando no mercado de trabalho. Sem isso, o tráfico de drogas e outras contravenções continuarão sendo as opções mais fáceis.

Investir na construção civil, que gera empregos de forma mais rápida, na agricultura familiar e outros setores é ainda melhor saída para superar os problemas sociais. Do empre-guismo público é que não se pode esperar nada. Esgotou, saturou.

 

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