Hora de cobrar

As estatísticas de órgãos oficiais ou não oficiais estão mostrando que a cada ano ou “verão amazônico” que passa, o Acre vem diminuindo significativamente as áreas de desmatamento e, por conseguinte, os focos de queimadas. Isso confirmado, está na hora de o Estado cobrar por este esforço e esta contribuição ao meio ambiente.

É verdade que a ciência e o bom senso recomendam que a preservação dos recursos naturais, de modo especial, a floresta e tudo o que se move e se encontra ao seu redor, significam mais qualidade de vida e uma contribuição valiosa para a humanidade e o equilíbrio do planeta.

Na lógica capitalista, entretanto, isso tem um custo alto, na medida em que os projetos de desenvolvimento em todos os setores, sobretudo, na agropecuária demandam mais tempo e recursos.

Este custo precisa ser recompensado e cobrado em forma de recursos daqueles que estão se beneficiando desse esforço de preservação. Em primeiro lugar, do Governo Federal e mesmo dos paí-ses que clamam e até exigem a preservação da Amazônia.

 

 

 

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