Fiscalizar para educar

De tudo o que as autoridades de trânsito expuseram na edição de domingo deste jornal sobre a volta da fiscalização eletrônica e uma panorâmica sobre o setor, o importante a se destacar é a finalidade que esses instrumentos devem ter: o aspecto educacional.

Por erros ou mesmo desvios cometidos no passado, esse tipo de fiscalização chegou a criar uma imagem não muito recomendável junto à opinião pública. Uma delas, por exemplo, a de que serviria apenas para arrecadar fundos aos cofres públicos ou mesmo para as empresas que exploram este tipo de serviço.

Contudo, pelo que foi demonstrado pelas autoridades e técnicos e mesmo por experiências reconhecidas no mundo inteiro, a fiscalização é necessária, tem que ser exercida de forma competente e até mesmo rigorosa a fim de que os acidentes de trânsito não se transformem em mais uma estatística trágica para as cidades, como, aliás, vem se constituindo.

Neste aspecto, este Estado, com pouco mais de 700 mil habitantes, pode e deve prevenir-se contra este mal. E isso se faz, fundamentalmente, com educação.

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