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Amazônia sem endereço

Mais do que comemorações, o Dia da Amazônia, hoje, deve servir para aprofundar o debate e as reflexões sobre os rumos que a região vem percorrendo ao longo de sua história e, sobretudo, nos tempos que correm.

Depois de décadas ou mesmo séculos de pilhagens e destruição, pelo menos, chegou-se ao consenso de que só o desenvolvimento sustentável, com base na exploração racional de sua rica biodiversidade, poderá preservar e salvar esta região fundamental e estratégica para o equilíbrio ambiental do próprio planeta.



Isso, entretanto, tem um custo e aí é que os governantes, a sociedade e a classe política da Amazônia precisam despertar da letargia, do comodismo para cobrar, primeiro, da União e depois dos países desenvolvidos que querem e exigem a preservação e, por vezes, a intocabilidade da floresta, dos rios e outros recursos de sua rica biodiversidade.

É preciso deixar claro que na Amazônia vivem quase 50 milhões de brasileiros que têm os mesmos direitos a uma boa qualidade de vida de qualquer povo e para isso precisam da contrapartida de recursos para garantir a sua preservação.

A bem da verdade, a Amazônia já foi mais representativa com suas lideranças sindicais em anos passados. Atualmente, sequer tem uma referência ou um endereço em Brasília e em outros centros de poder, para exigir e se impor.

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