Senadora Mailza Gomes faz abertura em Webinar sobre Direitos Humanos e Liberdade Religiosa no Interlegis

A senadora Mailza Gomes (Progressistas-AC) foi convidada pelo Interlegis para fazer a abertura do Webinar “Direitos Humanos e Liberdade Religiosa – Uma Conexão Essencial”,nesta sexta-feira, 6. O evento será transmitido, a partir das 15h, horário de Brasília, pelo canal do Interlegis no Youtube e Portal e-cidadania. O debate é uma parceria com o Instituto Mundial para as Relações Internacionais – IR.wi e o Instituto Montese, importantes centros de estudos e debates para o fortalecimento da democracia.

A parlamentar que é evangélica destacou a importância do evento para a sociedade e frisou que o respeito às crenças em nosso país é lei.  “A nossa constituição prevê a inviolabilidade à liberdade de pensamento, consciência e crença. Eu tenho a minha religião e minhas convicções, porém não posso exigir e nem ser intolerante com quem pensa diferente de mim. A religião é um direito humano, social das comunidades, das pessoas, do povo, e ela não pode ser colocada em risco No Acre, por exemplo, além de católicos e evangélicos, temos os povos indígenas que tem suas tradições, suas crenças e suas culturas que precisam ser preservadas”, afirmou a senadora.

Os debatedores serão Thiago Vieira, do Instituto Brasileiro de Direito Religioso (IBDR); Mirticeli Medeiros, jornalista no Vaticano; Ismael Almeida, assessor legislativo do Senado Federal; Paulo Cremonese, associado da União dos Juristas Católicos de São Paulo; e Madeleine Lascko, jornalista da Gazeta do Povo. A mediação ficará a cargo de Carolina Valente, da IR.wi.

Para o diretor-executivo do Interlegis, Márcio Coimbra, o debate vai possibilitar uma reflexão a respeito da importância da descontinuidade de práticas de intolerância e perseguições religiosas para a garantia de uma sociedade plural, aberta e democrática. “O fim da intolerância e de perseguições religiosas é fundamental para assegurar direitos básicos a toda e qualquer pessoa, respeitando a Declaração Universal de Direitos Humanos”, destaca Coimbra. (Assessoria Parlamentar)

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