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em frente a prefeitura

Servidores municipais protestam por reposição salarial, abono e reestruturação do Plano de Cargos e Carreira

Servidores são de diferentes áreas de atuação, como Saúde, Transporte, Educação, entre outros; Prefeitura alega que tentou conversar, mas não houve disposição da comissão designada

Centenas de servidores municipais de diferentes áreas estão mobilizados em frente a sede da prefeitura Municipal de Rio Branco, no centro da capital, desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira, 23, em protesto pela reposição de perdas salariais, abono salarial, entre outras demandas.

O movimento é liderado pelos profissionais da saúde, e de acordo com Adailton Cruz, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre (Sintesac), Adailton Cruz, o objetivo da mobilização é que o prefeito Tião Bocalom abra a agenda de negociação do plano e das perdas dos servidores municipais de saúde.

“O objetivo é sair daqui com essa programação de agendamento da negocição do plano e algumas respostas mais pontuais, como por exemplo a questão do abono [salarial]”, destacou.

(Foto: Assessotia Sintesac)

Em greve desde o início de novembro, os médicos que atuam na rede de atenção básica de saúde também aderiram à mobilização. Guilherme Pullici, presidente do Sindicato dos Médicos do Acre, informou que não houve contraproposta da gestão Bocalom até o momento.

“A insatisfação é geral, a falta de diálogo, a decpção com o governo Bocalom que a gente esperava que fosse a gestão do diálogo, de resolução de problemas, e na verdade o que a gente vê é muita procrastinação, falta de resolutividade e de conhecimento técnico também, nós apresentamos nossa proposta para freformulação do PCCR faz quatro meses e eles não apreciaram até agora. Não tivemos nenhuma resposta da gestão, nós tivemos um parecer jurídico e não uma contraproposta (…) não tivemos absolutamente nenhuma resposta, então a greve continua”, disse Pullici.

Por meio de sua assessoria, a Prefeitura Municipal de Rio Branco informou que cinco representantes de cada um dos dois sindicatos se reuniriam ainda nesta manhã com representantes da gestão Bocalom para avaliar a possibilidade de um consenso entre as partes, no entanto, a comissão formada pelos servidores não quis aguardar a chegada dos representantes.

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