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na câmara

Trabalhadores da Saúde reivindicam revisão salarial e ameaçam greve a partir de segunda

A principal reivindicação dos servidores é a revisão do Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR) da saúde, segundo eles, uma promessa de campanha do prefeito Tião Bocalom (Progressistas)

Foto: Assessoria

Durante a Tribuna Popular, na sessão da Câmara Municipal desta quinta-feira, 4, representantes dos sindicatos das diversas categorias de trabalhadores da Saúde reivindicaram revisão salarial e sinalizaram com a possibilidade de uma greve, a partir da próxima segunda-feira, 8, caso a Prefeitura de Rio Branco não abra negociação.

O tema do debate “A saúde municipal, condições de trabalho e anseio dos trabalhadores” foi proposto, via requerimento, pelo vereador Adailton Cruz (PSB), que é também presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde do Acre (Sintesac).

“Nós não podemos aceitar que os trabalhadores continuem sendo desvalorizados”, disse.

A principal reivindicação dos servidores é a revisão do Plano de Cargo Carreira e Remuneração (PCCR) da saúde, segundo eles, uma promessa de campanha do prefeito Tião Bocalom (Progressistas).

Com salário base atual de R$ 1,8 mil, os médicos da rede municipal precisam de “penduricalhos” para complementar a renda, conforme relatou o vice-presidente do Sindicato dos Médicos (Sindmed), Rodrigo Sampaio.

“A greve deve ter uma adesão maciça da categoria e não é uma greve amadora. Estamos atentos a todos os parâmetros jurídicos e legais, e infelizmente, a categoria não tem saída. A Prefeitura e os gestores têm se esquivado em dar uma resposta para a categoria e a nos dar uma resposta. A proposta que foi entregue pelos médicos foi praticamente ‘arquivada”, afirmou.

Também utilizaram a tribuna: a presidente do Sindicato dos Profissionais Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do Acre (Spate), Alesta da Costa; a presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Acre (See/Ac), Lunaira Cavalcante Pereira; e o presidente do Sindicato dos Odontólogos do Acre (Sinodonto), Samuel Macedo.