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Pela FEM

Playlist com artistas acreanos é lançada no Spotify

Com cinco horas de música, a playlista "Acreano do Pé Rachado" reúne vários artistas acreanos na plataforma de streaming musical Spotfy.

Com cinco horas de música, a playlista “Acreano do Pé Rachado” reúne vários artistas acreanos na plataforma de streaming musical Spotify. A iniciativa é da Fundação Elias Mansour (Fem) que também cirou um perfil no aplicativo para aproximar as pessoas da cultura local, por meio da música regional que conta vivências do povo acreano e a história do estado como um todo.

Na lista é possível encontrar vários gêneros e estilos musicais, mostrando a diversidade cultural da nossa região. Dentre os artistas e bandas, estão: Os Descordantes, Los Porangas, Rodolfo Minari, Moças do Samba, Jair Leandre e muito mais.

Músicas do grupo acreano Los Porongas integra playlist “Acreano do Pé Rachado”.

Um dos nomes mais conhecidos da música acreana, Diogo Soares, da banda Los Porongas, comemora a união e valorização dos artistas locais. “Acho muito legal que as músicas de artistas acreanos estejam reunidas em um ambiente virtual e qualquer lugar que eu esteja ao lado de outros artistas acreanos, é óbvio que esterei contente, isso é muito bacana. Excelente iniciativa”, declara.

A playlist consegue valorizar não apenas os nomes mais famosos, mas também dar espaço e valorizar os jovens artistas que buscam seu espaço dentro do difícil mercado fonográfico, como Maya Dourado.

Vocalista da Banda Zingari e do coletivo Piracema, Maya é artista não-binarie, que atua como intérprete vocal , compõe, é poeta, slammer e artista da rua e que ganhou projeção
compondo e cantando suas vivências enquanto amazonida negra e periférico.

Maya Dourado também trilha uma linha de integração com outras artes, especialmente o teatro, performance e também o cinema.

“Esse suporte e visibilidade vem em contra-partida a esse tempo de caos. Seguimos fazendo arte e resistindo a esse processo que tenta apagar artistas regionais. E é disso que precisamos, o apoio do estado pra que a cultura possa resistir”, afirma.

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