A dengue que mata

Não surpreenderia se os exames laboratoriais confirmassem que a morte do engenheiro Luís Alberto Pardo teria sido por dengue he-morrágica. Só viria confirmar o quadro de epidemia da doença que está se alastrando na cidade.

Quando se alerta que a dengue não é uma doença qualquer, uma indisposição de uma simples dor de cabeça ou dores pelo corpo, significa que se trata de um mal que pode evoluir para quadros clínicos extremos, como a dengue do tipo hemorrágica, que mata ou no mínimo deixa seqüelas irreparáveis.

Daí a necessidade de as autoridades do setor de saúde tratarem a questão com a seriedade que exige, reforçando as medidas de prevenção e o atendimento médico-hospitalar.

Ao mesmo tempo que é necessário redobrar as campanhas de esclarecimento e convencimento junto à população sobre os cuidados a serem tomados e os riscos da doença.

Não esquecendo sempre que a dengue como outras doenças endêmicas são indicadores da falta de saneamento básico, da falta de higiene e outras condições básicas. Daí a necessidade de o poder público investir em obras de infra-estrutura e não somente aquelas que aparecem para render prestígio ou votos.

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