Sem acordo, médicos da rede pública vão parar por três dias

Em assembléia que teve fim por voltas das 22 horas de sexta-feira, 26, os médicos da rede pública decidiram paralisar as atividades por três dias, a partir do dia cinco de abril. A categoria não aceitou a proposta oferecida pelo governo e resolveu radicalizar.

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A equipe de governo propôs incorporar todos os benefícios em piso salarial, o que elevaria o piso para R$ 6,8 mil, no caso de 30 horas semanais e R$ 9.096, para 40 horas semanais. Ofereceram ainda um salário premiação, o 14º salário, para os profissionais que se destacaram durante o ano. A proposta não foi aceita porque esbarrou no quesito progressão, com a proposta de 5% em 3 anos, sendo que a categoria pedia um percentual de pelo menos 10% e também no quesito titulação, que pela proposta seria baseada no atual salário, o que revoltou a categoria.

De acordo com a assessoria do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed/AC), que inclui cerca de 300 profissionais, por causa do período eleitoral (por lei há um prazo para o governo conceder reajuste) as motivações da greve não são mais por questões trabalhistas e sim por melhores condições de trabalho. Eles querem investimento nas unidades de Saúde.

Durante o período de paralisação, apenas 30% da categoria estará realizando atendimentos de emergência e urgência.

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