Greve, greve, greve!

Apesar de ser um ano eleitoral, e por isso, natural observar movimentos grevistas pressionando o governo estadual e federal por reajustes, impressiona a quantidade de categorias paralisadas e ameaçando paralisar.

Só os professores licenciados estão parados há quase um mês. O movimento engrossou com a adesão dos trabalhadores em Educação. Juntas, estas categorias somam mais de 38 mil profissionais.

 Isto sem falar nas outras categorias que também cruzaram os braços, como os servidores do Saerb, com transtornos já visíveis ao abastecimento de água da cidade, além dos trabalhadores da Eletronorte e antiga Eletroacre, os servidores do Ibama, ICMBio (desde o início de abril) e do Ministério do Trabalho.

Nos próximos dias, outras categorias devem aumentar o já elevado número de trabalhadores em greve, são elas, a do transporte coletivo, da Polícia Civil, agentes penitenciários, os servidores do Judiciário, que já estão parados em oito estados e ainda os policiais federais que querem estender a greve para todo o país. Todos querem compreensão para seus apelos e reivindicações e a população que se vire com os transtornos causados com as paralisações sem fim.

 

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