Não é por slogans

Mesmo com todos os apelos midiáticos da Copa do Mundo de Futebol, os partidos políticos ou frentes partidárias começam a se organizar com vistas às eleições gerais de outubro.

Aqui no Estado, ontem foi a vez do PT realizar sua convenção para o lançamento de seus candidatos.

De uma campanha eleitoral, o que a sociedade espera é o debate franco e aberto sobre o que é melhor para o país e, por inclusão, para o Estado. Os partidos e seus candidatos precisam, pois, estar atentos a essa expectativa e apresentar suas propostas de governo ou de atuação legis-lativa que correspondam aos anseios da sociedade e, de modo particular, dos eleitores.

No caso do Acre, por exemplo, o PT e os partidos que integram a Frente Popular precisam dizer o que têm a propor de novo ou de avanços a esses doze anos que estão para completar no poder.

Muito se fez, mas há problemas sérios, graves mesmo, a se resolver, como a geração de empregos, que não se faz por slogans, mas por um projeto de desenvolvimento capaz de melhorar as condições de vida da população.

A mesma clareza de propostas a sociedade quer saber dos partidos oposicionistas, para decidir em que projeto votar na hora de ir às urnas.

 

 

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