Sipam e órgãos governamentais discutem eventos de pré-seca em Rondônia, Acre e Mato Grosso

Encontro será nos dias 12 e 13 no Centro Regional de Porto Velho

O Centro Regional de Porto Velho do  Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) promove com inicio na próxima segunda-feira (12), às 14h, a reunião de Pré-seca, que acontece desde 2005.  Neste encontro, os técnicos do Sipam apresentarão o mapa dos focos de calor (discutirão a distribuição geográfica) e a previsão climática para os próximos três meses nos Estados de Rondônia, Acre e Mato Grosso, áreas de abrangência do Centro Regional de Porto Velho. Nos dois dias de evento, também haverá discussões  sobre a questão das vazantes dos rios e comprometimento da navegação, além da apresentação pelos três Estados do monitoramento da qualidade do ar e a atuação da Defesa Civil.

 A reunião de Pré-Seca, que acontecerá no Centro Regional de Porto Velho (Av. Lauro Sodré n. 6.500, reunirá representantes dos órgãos federais (Ministério do Meio Ambiente, Serviço Geológico do Brasil, Sudam e Ibama)  e órgãos estaduais (Secretarias Estaduais de Meio Ambiente, Defesa Civil, Empresas de Abastecimento de Água), além das Secretarias Municipais de Meio Ambiente e Defesa Civil.  

Segundo o gerente regional do CR/Porto Velho, José Neumar Silveira, o encontro propiciará a articulação de medidas preventivas que devem ser planejadas e operacionalizadas nos Estados de Rondônia, Acre e Mato Grosso. “As dificuldades enfrentadas durante os períodos de estiagem na Amazônia são notoriamente fruto das queimadas e da recessão dos rios, além da emissão de poluentes para a atmosfera. Por isso, precisamos nos reunir para definir e mapear as ações em conjunto, otimizando os recursos e ações governamentais”, ressalta o gerente.
 
A coordenadora Operacional, Ana Strava, afirma que os meteorologistas do Sipam apontam para um ano (2010) de estiagem, com chuvas abaixo da média ao sul da Amazônia Ocidental. “Desta forma, outro aspecto do período de estiagem que deve pautar o planejamento das ações da Defesa Civil nos Estados afetados: o do possível isolamento de comunidades ribeirinhas e o racionamento de água proveniente de mananciais de pequeno porte”, aponta Ana Strava. (Assessoria)

 

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