Eletrobras Eletronorte firma parceria com a Telebrás para explorar banda larga

A Eletrobras Eletronorte será uma das maiores responsáveis pela implementação do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Na manhã do último dia 13, a Empresa fechou parceria com Telebrás, que vai utilizar a sua rede de telecomunicações para promover o acesso à banda larga móvel em desktops e notebooks via modem. A solenidade foi realizada no gabinete do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, em Brasília.
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A cooperação com a Eletrobras Eletronorte possibilitará que a rede da Telebrás chegue mais rapidamente e ainda este ano a estados como Maranhão, Pará, Amapá, Mato Grosso, Rondônia e Acre.

Com isso, ambas as empresas vão trocar capacidade de rede para melhorar a infraestrutura de telecomunicações. A Empresa, assim como as demais do setor elétrico, também já tem contrato com a Telebrás para a cessão do uso das fibras ópticas instaladas nas linhas de transmissão de energia elétrica.

O ministro Paulo Bernardo ressaltou que os acordos firmados são fruto de alguns meses de tratativas junto aos novos parceiros e que a cooperação com a Eletrobras Eletronorte vai agilizar o atendimento dos estados do Norte. Ele reconheceu que o Norte do País enfrenta um “apagão” em termos de acesso à internet e disse que tem recebido “cobranças amistosas” por parte de deputados e senadores, muitos deles presentes ao evento, para acelerar a inclusão digital da região.

O ministro citou o exemplo de moradores do Amapá que chegam a pagar R$ 220,00 por mês para ter acesso a uma internet com velocidade de 128 Kpbs. “Isso é proibitivo”, frisou o ministro, destacando que a meta é levar o PNBL à região com a garantia de internet a R$ 35,00 a uma velocidade de 1 Mbps.

Para acelerar o PNBL e expandir o acesso à internet, o ministro também anunciou que o governo quer incentivar a expansão das redes de telecomunicações no País.

Para isso, deverá reduzir os impostos que incidem sobre equipamentos que compões a infraestrutura da rede como fibra óptica, antena e roteadores. Entre os incentivos, Paulo Bernardo citou a isenção de PIS e Confins, além da desoneração que beneficia equipamentos incluídos no Processo Produtivo Básico (PPB) e que incluem componentes nacionais. (Assessoria)

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