A que ponto chegou

Matéria publicada ontem neste jornal mostrou a que ponto chegou a degradação do Rio Acre. Como foi divulgado, a polícia teve que suspender as buscas dos restos do garoto Fabrício porque a água do rio está contaminada a ponto de alguns policiais terem tido problemas de saúde durante as buscas.

Embora a companhia de abastecimento dê todas as garantias sobre a qualidade da água que é servida à população da Capital – a rigor, não há motivos para alardes – o fato em si, contudo, não deixa de suscitar questionamentos. Sobretudo, para demonstrar mais uma vez a que ponto se chegou na falta de cuidados de preservação do único manancial do qual se retira a água para a cidade.

Basta verificar as fotos e imagens ou mesmo constatar in loco todo tipo de imundícies que aparece no leito do rio neste período de estiagem.

Independentemente de fatores climáticos cíclicos que ocorrem na região, nada justifica tamanha falta de cuidados e de consciência ambiental.

Por outro lado, serve de alerta: ou se tomam as medidas de preservação do rio ou num futuro bem próximo a cidade perderá uma das únicas fontes de abastecimento d’água.

 

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