Moisés Diniz conclama ocupar Eletrobrás por um dia e critica ação Governo Federal por descaso sobre ponte no Madeira

 Com uma plateia em silêncio e um discurso em tom eufórico, o deputado Moisés Diniz (PC do B) conclamou aos presidentes de bairros, pastores, líderes sindicais que o ajude na luta contra o aumento de 16% nas contas de luz, no Estado. O parlamentar sugeriu a ocupação do prédio da Eletrobrás Distribuição Acre, por um dia.

“Poderíamos cercar o prédio da Eletroacre por um dia. Cadê os pastores, os  presidentes de bairros, de associações. Estou nessa luta sozinho. Esse aumento que o Governo Federal deu para o Acre é criminoso”, disse o deputado Moisés Diniz.

 Ainda em seu pronunciamento, o deputado acreano criticou o Governo Federal pelo descaso com a construção da ponte sobre o Rio Madeira. O deputado pediu a união de todos os parlamentares independente de cor partidária para que se viabilize a construção dessa ponte.

“Por que de novo a República deixa a última ponte sem ser construída? Deputados do PMDB, do PC do B, do PT, do PSDB, vamos acabar com as picuinhas, bate-bocas e resolver essa questão”, assinalou o parlamentar.

 Moisés Diniz não poupou críticas aos parlamentares federais. Pediu mais empenho para problemas como os conflitos agrários. Em discurso aos produtores rurais que lotaram a Galeria Marina Silva, a liderança comunista cobrou uma revisão na Legislação Agrária no país. Disse, também, que a lei privilegia alguns enquanto a maioria sobre pressão da própria legislação.
“É preciso que a bancada federal discuta a legislação agrária. É uma lei que beneficia os poderosos e penaliza os mais pobres”, destacou.

 Ao receber uma comissão de produtores rurais sem terra, em plenário, residentes na localidade Campo Alegre, o deputado prometeu que será feita uma visita ao superintendete do Incra, Idésio Frank, além de ser encaminhado ao Tribunal de Justiça do Acre um pedido de suspenção dos efeitos da decisão que pede a reintegração de posse imediata da área. Outro ponto é levar o fato em questão ao conhecimento da Ouvidoria do Incra, em Brasília. A área é requerida pelo próprio Incra sob o argumento de estar improdutiva.

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