Um ano difícil

O primeiro trimestre de 2014 foi tão intenso que já mereceria uma retrospectiva: decreto de situação de Emergência Social em função da imigração haitiana; conflito entre Polícia Civil e Polícia Militar (com o lastimável resgate da delegacia); greve da Suframa; as trágicas cheias do Rio Acre e Madeira (por causas distintas); o isolamento do Acre.

No finzinho disso tudo, chega a presidente Dilma prometendo a ponte sobre o Madeira, liberando as verbas necessárias e anunciando a volta para inauguração de parte do complexo de piscicultura.

Em bom acreanês, é um “aperreio” atrás do outro. Diante de uma agenda repleta de problemas (exceção feita à bem-vinda visita presidencial), o governo só pôde operar no nível tático.

Com estratégia, sim, caso contrário, o caos seria bem maior. Mas há de se reconhecer as dificuldades de programar novas agendas e novos projetos, tendo em vista as dificuldades seríssimas que assolam o Estado.

Para o Acre (e Rondônia), 2014 vai ser um ano muito mais difícil do que para o resto do país.

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