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Famílias vitimadas pela cheia começam a deixar abrigos públicos

 Após quase duas semanas acima da cota de transbordamento (14 metros), o Rio Acre apresentou vazante e saiu da cota de alerta, que é de 13,50 metros. O rio, de acordo com a medição da Defesa Civil Municipal de 9 horas desta quarta-feira, está medindo 12,28. Com isso, várias famílias atingidas pela cheia do Rio Acre que estavam nos abrigos públicos começam a retornar às suas casas por conta própria.

 Segundo a coordenadora do abrigo no Parque de Exposições Marechal Castelo Branco, Dora Araújo, na segunda-feira, 17, saíram 52 famílias, totalizando 199 pessoas. Mesmo não tendo autorização da Defesa Civil Estadual por conta das chuvas, essas famílias estão saindo por conta própria e assinando um termo de responsabilidade. Permanecem no local 951 famílias, totalizando 3.644 pessoas.

 De acordo com o coordenador do abrigo da quadra do Sesc Bosque, Gildo Cesar Rocha, das 20 famílias abrigadas no local, cinco retornaram às suas casas nesta quarta-feira, 19, também assinando o termo de responsabilidade, e outras 15 serão transferidas para o Parque de Exposição Marechal Castelo Branco. Hoje 24 famílias permanecem no abrigo.
De acordo com o coordenador do abrigo do Ginásio Coberto, Wille Viana, o local, que abrigava mais de 50 famílias atingidas pela cheia, no momento está com 12. Na manhã desta quarta-feira, 19, duas famílias deixaram o local.

 No total, ainda estão nos abrigos públicos mais de quatro mil pessoas – Parque de Exposições, 951 famílias, sendo 3.644 pessoas; Ginásio Coberto, 12 famílias (60 pessoas); e Sesc, 15 famílias.

 De acordo com o coronel Carlos Gundim, coordenador da Defesa Civil Estadual, a previsão é de que chova até o fim de março por conta do inverno. Porém, as chuvas não significam uma cheia maior, já que não está chovendo em toda a capital da mesma forma.